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Diagnóstico e métricas#Métricas#Site#Redes sociais

Site ou Rede Social: o Que Realmente Gera Resultado Para Sua Empresa

Um estudo acadêmico brasileiro mostrou que desempenho em rede social (seguidor, curtida, alcance) não tem relação clara com receita. Site é patrimônio próprio; rede social é atenção alugada. Por que cumprem papéis diferentes.

LLucas Farinha17 de julho de 20266 min de leitura
Definição

Site ou rede social, o que gera mais resultado: os dois cumprem papel diferente, e um estudo acadêmico brasileiro mostrou que desempenho em rede social (seguidor, curtida, alcance) não tem relação clara e comprovada com receita de venda. Site é patrimônio próprio, rede social é atenção alugada.

A pergunta "ainda vale a pena ter site, com tantas redes sociais por aí" é uma das mais buscadas por quem administra pequena empresa. A resposta direta é sim, mas não pelo motivo que a maioria imagina.

O que a ciência já mostrou sobre rede social e venda

Existe uma pesquisa acadêmica brasileira, publicada em periódico científico, que investigou exatamente essa relação em pequenas empresas: o desempenho de uma página em rede social (engajamento, número de seguidores, alcance) prediz a receita de venda? A resposta encontrada foi que essa relação não é evidenciada de forma clara, e varia conforme a sazonalidade da demanda. Engajamento e seguidor são preditores em algumas épocas do ano, não em outras.

Isso confirma, com dado científico, o que o Método LEAN já assume como princípio na disciplina de Leitura: contar seguidor e curtida não é medir receita. Empresa que só olha esses números não sabe se o marketing está funcionando, sabe apenas se o conteúdo está sendo visto.

Por que site e rede social não competem entre si

Rede social é ótima para proximidade e conversa direta com quem já segue a marca. O problema é que ela não é sua. Um perfil pode ser suspenso, ter alcance reduzido por mudança de algoritmo de um dia para o outro, ou simplesmente sair de moda enquanto o público migra para outra plataforma. Site é o oposto: é patrimônio próprio, sobrevive a mudança de algoritmo, e é o que aparece quando alguém pesquisa no Google fora da bolha de quem já segue a empresa.

Tem outro motivo, mais atual: um site bem estruturado, com dado organizado e conteúdo em formato de resposta direta, é o que uma IA consegue ler e citar quando alguém pergunta sobre o seu setor (ver o artigo sobre visibilidade em IA). Perfil de rede social é muito mais difícil de indexar e citar dessa forma. Quem depende só de rede social fica de fora dos dois jogos ao mesmo tempo, busca tradicional e resposta de IA.

Cenário ilustrativo

Uma loja fictícia de decoração em Balneário Camboriú investe todo o esforço de marketing no Instagram havia 3 anos, com bom engajamento. Quando pesquisada no Google pelo próprio nome, não aparece na primeira página, porque nunca teve site. Um cliente que não segue o perfil, e que pesquisa "loja de decoração em Balneário Camboriú" no Google ou pergunta para uma IA, nunca chega até ela.

Perguntas frequentes

O que costumam perguntar

Vale, porque os dois cumprem papel diferente. Rede social aproxima quem já conhece a marca. Site é o que aparece para quem ainda não conhece e pesquisa no Google ou pergunta para uma IA, além de ser patrimônio que a empresa controla, ao contrário de um perfil que pode ser suspenso ou perder alcance por mudança de algoritmo.

Um estudo acadêmico brasileiro encontrou que a relação entre desempenho de rede social (engajamento, seguidores) e receita de venda não é evidenciada de forma clara, e varia conforme a sazonalidade. Isso não significa que rede social não tem valor, significa que contar seguidor não é o mesmo que medir receita.

Depende do objetivo. Para manter relação com quem já é cliente, pode ser suficiente. Para ser encontrado por quem ainda não conhece a empresa, seja no Google ou numa pergunta feita a uma IA, rede social sozinha deixa a empresa de fora de boa parte da busca.

Porque site é patrimônio próprio (a empresa controla, não depende de mudança de algoritmo ou suspensão de conta) e é o formato que motores de busca e IA conseguem ler, indexar e citar com mais facilidade.

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Lucas Farinha
Escrito por
Lucas Farinha
Fundador da leanconsult · Criador do Método LEAN

Fundador da leanconsult e criador do Método LEAN. São 17 anos de marketing B2B, construídos em Brasília e em mercados exigentes: marketing estratégico, branding, growth e geração de demanda, com passagens por tecnologia, SaaS, e-commerce e eventos corporativos, além da liderança de equipes. Trabalha na fronteira entre marketing, vendas e resultado de negócio.

lucasfarinha.com

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